26 de abr de 2010

festa em prol da Gincaponta dia 30/05








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19 de abr de 2010

Reunião sobre a instalação do Estaleiro 0SX, em Biguaçu.

O Conselho Comunitário Pontal do Jurerê - Praia da Daniela convida para reunião dia 19.04.2010, às 20 horas, na sede situada à Avenida das Palmeiras, 566 - perto da antena da BRASILTELECOM.

O assunto será o projeto de instalação do Estaleiro 0SX, em Biguaçu. Pretendemos contar com a presença de técnicos e analistas ambientais do ICMBIO que poderão auxiliar com informações técnicas e científicas sobre os impactos ambientais que a região sofrerá se o empreendimento tiver sucesso.

Gostaríamos também que as associações das comunidades vizinhas enviassem seus representantes para participar do debate. Aguardamos resposta por e-mail de todos os convidados:ICMBIO:CR-9, APA Anhatorimim, ESEC Carijós, REBIOMAR Arvoredo, CEMAVE e CMA. Associações:Associação dos Moradores e Proprietários de Jurerê Internacional, Associação do Bairro de Sambaqui, Associação dos Moradores de Jurerê, Associação dos Moradores da Praia do Forte, Associação dos Moradores do Loteamento Praia do Forte e Associação da Barra do Sambaqui.


Heloisa Helena Wagner da Silva - Presidente CCPONTAL


Leia mais sobre a instalação do Estaleiro 0SX em: http://sambaquinarede2.blogspot.com/2010/04/blog-post_16.html

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16 de abr de 2010

Concerto da Filarmonia


Como foi linda minha Ilha de Santa Catarina!

Duas semanas após a vitória da população de Florianópolis sobre o projeto de destruição do município pelos especuladores imobiliários, apresentado pelo próprio Prefeito Dário Berger, descobrimos que cantamos vitória muito cedo.

Ameaça muito maior é a que se expõe no link abaixo e dessa vez não vem de políticos locais, mas do maior e mais rico grupo empresarial brasileiro.

As evidências de alterações físicas na Ilha de Santa Catarina aí relacionadas não são cogitações de ambientalistas. Todas as informações foram copiadas diretamente do site da própria empresa contratada pela OAX, a empreendedora, para os estudos de implantação do OSX – ESTALEIRO DE SANTA CATARINA. E preveem inundações, contaminações e alterações de qualidade do ar, do solo e da água potável e marinha. Destruição de flora e fauna terrestre, aérea e marinha, com consequente eliminação de atividades pesqueiras, maricultura e turismo.

Dessa vez a briga não é só nossa nem temos condições de enfrentá-la sozinhos. Ou nossos companheiros de todo o Brasil chamam a atenção das autoridades e dos organismos federais correspondentes, ou as belezas da Ilha de Santa Catarina serão mais uma recordação fotográfica como as extintas 7 Quedas, o Salto de Sete Quedas submerso por Itaipú.

E então todo brasileiro poderá se lembrar: “como foi linda minha Ilha de Santa Catarina!”. Mas então já será a Ilha do Eike Batista.


Confiram:


ALERTA!

As ameaças do estabeleiro em Biguaçu.
http://sambaquinarede2.blogspot.com/2010/04/blog-post_16.html


Por: Raul Longo
Pouso da Poesia "um encanto da Ilha da Magia"
pousopoesia@ig.com.br
(048) 3206 - 0047
88.051-001 - Florianópolis/SC

13 de abr de 2010

Exposição AÇORES em Itapema





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9 de abr de 2010

RIO DE JANEIRO: MAIS UMA TRAGÉDIA ANUNCIADA

Neste final de semana um amigo de Blumenau me relata que, enfim, começaram a ser construídas as casas para os desabrigados atingidos pelos desmoronamentos que em novembro do ano retrasado vitimou centenas de famílias daquela cidade e de outros municípios das imediações.

Quando o governo federal anunciou a verba a ser destinada para a reconstrução da vida destas vítimas, distribui pela internet um texto intitulado “De Olho na Tragédia”, alertando para a possibilidade de desvios das vultosas somas prometidas não apenas pelo governo brasileiro, mas também o da Arábia Saudita e o da Alemanha

Em cadeia nacional, algumas emissoras divulgaram flagrantes de soldados e atendentes desviando objetos das doações que chegaram de todo o país, como se fosse o que de mais vergonhoso poderia acontecer. Não passavam de pessoas igualmente pobres, seguindo o exemplo de seus superiores na hierarquia social e corporativa, estes sim responsáveis por roubos e desvios muito maiores e totalmente impunes, a exemplo dos que comentei naquele texto e que presenciei em ocorrências similares por outras cidades do país.

Mas desses, os meios de comunicação nada comentam, porque sempre foram os grandes responsáveis por suas existências. Sempre foram seus aliados e beneficiados por grande parte das verbas destinadas aos organismos de desenvolvimento que ao longo de tantos anos de existência se demonstraram totalmente inúteis.

Quantos anos e quantas verbas foram enviadas à SUDENE, por exemplo? Por quantos anos os nordestinos se viram obrigados a emigrar para os conglomerados urbanos do que Henfil chamava de Sul Maravilha?

O sul e sudeste do Brasil, foram construídos por gerações destes exércitos de mão de obra barata. E os meios de comunicação a enaltecer pontes, espigões e buracos, como obra de governos que jamais se preocuparam em como alojar aquelas massas de trabalhadores relegadas aos riscos das únicas áreas que restavam, isentas dos interesses dos ricos.

Em 1980, durante o Seminário Indigenista do Mato Grosso do Sul, o poeta Afonso Romano de Sant’Anna lançou um seu poema cujo refrão repetia: “Uma coisa é um país, outra coisa é um ajuntamento!”

Ali já se anunciava a tragédia que hoje se abate sobre o Rio de Janeiro. Mas o que entendiam de tragédias aqueles que poderiam ter feito alguma coisa para que não se repetisse o que muito anos antes também anunciou Sérgio Ricardo, ao cantar a sina de Zelão contando que “Choveu, choveu e a chuva jogou seu barraco no chão”?

Esses nunca entenderam nada de gente, de povo, além de contabilidade dos votos e das estratégias para definir currais eleitorais.

A SUDENE foi coisa da ditadura militar apoiada pelos mesmos meios de comunicação que silenciaram por muito mais tempo do que o um minuto que hoje pedem aos mortos no Rio de Janeiro. Silenciaram por décadas aos desvios de verbas que enriqueceram muitos de seus sócios e protegidos, como Antônio Carlos Magalhães e tantos outros coronéis da seca.

Assim, os sulistas estupidamente orgulhosos das maravilhas de seus grandes centros, viram a cara para suas periferias enquanto elegem políticos formados por aquele mesmo regime que instaurou nos poderes do país governantes de ajuntamentos.

Durante quantas décadas, aqui, governar foi apenas criar oportunidades para que os ricos se tornassem cada vez mais ricos, e apenas ajuntar a maioria da população em qualquer lugar que não ofereça incômodo àqueles ricos?

Durante quantos pleitos elegemos governantes acomodados no recorrer aos organismos financeiros internacionais, sempre que a dispersão dos bens públicos e dos potenciais econômicos da nação chegavam ao fundo do cofre rascado pela corrupção e a rapinagem nacional e estrangeira?

Antes de 1964 éramos um país pobre e nossas mais constantes tragédias eram a seca do nordeste e os acidentes da linha férrea da Central do Brasil. Por que, agora, aqui se reproduz acontecimentos com dimensões similares às da Índia e da China em perdas de vidas humanas?

A crise climática mundial pode mesmo ser a única resposta? Talvez a mais fácil, mas será mesmo por essa razão que os moradores de bairros inteiros de São Paulo se mantenham alagados por águas pútridas?

Será realmente por essa razão que tantos morreram no Rio de Janeiro?

Quem haverá de entender a realidade do povo brasileiro? Segundo o Sérgio Ricardo, naquela sua velha música: “Todo o morro entendeu, quando Zelão chorou. Ninguém riu, ninguém brincou, e era carnaval.”

Mas será o classe média, lá do asfalto, capaz de entender porque é assaltado? Por que seu filho é cooptado pelo tráfico? Por que sua filha é estuprada? Por que alguém da família é assassinado ou por que rolam casas, morros e barracos?

Quantos ainda não entenderam que uma coisa é um país, outra coisa é um ajuntamento? Quantos ainda não se aperceberam que os pais da miséria do norte do Brasil, são os avós da violência do sul do Brasil? Quais ainda não se deram de quem são os reais responsáveis pelo caos cotidiano vivido nos grandes centros urbanos do país?

Quantas Blumenaus e São Luís do Paraitinga terão de ser destruídas, até que a orgulhosa população do sul do Brasil perceba que a tragédia do Rio de Janeiro de hoje, provêm de uma sucessão de imprevidentes e improficientes Maias e Garotinhos, muito antes da Rosinha, do Garotinho ou César Maia do DEM, quando era PFL, mas ainda quando foi ARENA?

O Brasil está mudando? Mudou de lá pra cá? Sem dúvida! Mas tomando de exemplo a São Paulo sitiada pelo PCC do Alckmin, alagada pelas cheias do Kassab e desmoronada pelos deslizamentos de José Serra, fica claro que a composição segue sozinha porque a locomotiva descarrilou há muito tempo.

Uma evidência disso está neste dado de matéria do jornal Folha de São Paulo: “O lucro líquido das grandes empresas com ações em Bolsa quase triplicou nos três anos e meio de governo de Luiz Inácio Lula da Silva em relação ao período da segunda gestão de Fernando Henrique Cardoso, de 1999 a 2002” Da edição de 20/08/2006, a matéria foi publicada exatamente no período em que aquele jornal mais intensidade participava do golpe midiático contra o atual governo.

O crescimento industrial brasileiro, concentrado no sul do país, ao longo de oito anos de governo do PSDB, foi de 1,94%. No primeiro mandato do governo Lula (4 anos) foi de 3,77%. No entanto, segundo os institutos de pesquisa, é neste sul do Brasil onde se concentra a maior parte dos 4% da população que não aprovam o governo Lula. Por quê?

Orgulhosos e prepotentes, os sulistas têm a resposta na ponta da língua: “somos mais inteligentes”.

Qual a inteligência necessária para compreender diferença tão vertiginosa entre números tão evidentes, aferidos pelos próprios veículos que alimentam preconceitos contra o atual governo?

Exemplos tão fartos que se pode reproduzir mais alguns, na tentativa de encontrar onde se aloja a maior inteligência requisitada pelos sulistas: Produção de bens duráveis nos 8 anos de PSDB, aumento de 2,4%. No primeiro mandato (4 anos) de governo Lula = 11%.

Produção de veículos: aumento em 8 anos de PSDB = 1,8%. Aumento em 4 anos do primeiro mandato do governo Lula = 2,4%.

Como região mais industrializada do Brasil, esses números deveriam ser mais estimulantes aos sulistas do que aos de demais regiões, no entanto, a despeito de todas as denúncias de improbidades administrativas, são nesses estados onde se têm eleito e reeleito os piores políticos do país, a exemplo do governador de Santa Catarina e do prefeito de Blumenau onde os atingidos pela tragédia do ano retrasado até hoje se alojam em abrigos improvisados porque, segundo o próprio governo do estado, não há quem saiba desenvolver programas e projetos a serem apresentados para a captação da verba federal já destinada ao estado naquele mesmo mês da ocorrência da tragédia.

Ora! Não sendo capaz sequer de montar uma equipe de governo integrada por profissionais que ao menos saibam justificar um requerimento de verba já liberada, porque se candidatar? Mas a pergunta mais candente é: porque reeleger esse mesmo governo?

Cadê a inteligência dos sulistas? Eu mesmo respondo: não há maior demonstração de ignorância do que o preconceito e não podemos julgar os do sul do Brasil como mais ou menos inteligentes do que os povos de quaisquer outras regiões do país ou do mundo. Mas, sem dúvida, o preconceito sobrepuja qualquer resquício de inteligência quando condicionado por interesses de meia dúzia de acomodados ao enriquecimento ilícito. Enriquecimento facilitado por aqueles que nos governaram de 1964 à 2002.

A tragédia do Rio de Janeiro, anunciada por Afonso Romano em 1980, é um resultado evidente. A tragédia dos desabrigados de Blumenau, aos quais só agora se iniciam as obras para reconstrução de suas vidas, também. Torçamos para que daqui pra frente, os governadores e prefeitos que viermos a eleger, não mais necessitem que o governo federal envie forças tarefas para ensiná-los a desenvolver projetos que justifiquem aportes, investimentos e apoio dos recursos públicos nacionais. Ou será que eternamente continuarem elegendo aqueles que só têm para o desvio, o nepotismo, o superfaturamento, as falcatruas?

Sobretudo rezemos para que neste ano a inteligência dos brasileiros de todas as regiões suplante os preconceitos que lhes foram incutidos, elegendo a continuidade das contundentes diferenças de fatos e dados que nos acenam para um Brasil mais humano, mais igual e menos trágico.

Infelizmente já se ouve o sussurro do preconceito tentando falar mais alto do que a natural inteligência humana, sugerindo que José Serra teria mais experiência de governo do que Dilma Roussef.

Vamos ver: qual experiência se faz necessária para lançar lei proibindo fumantes em local fechado? É o próprio Serra quem tem divulgado essa realização de seu governo, através de veiculação publicitária nacional.

Terá algo mais a apresentar de experiência? Algo de mais efetivo que compense surtos de dengue sem estoque de medicamentos para atendimento da população, deslizamentos enchentes , desmoronamentos de obras, queda de índices educacionais, violência contra manifestações que não se repetem em outros estados do país? Ao menos não nos de governos que não sejam de seu próprio partido ou do principal aliado, o DEM, cujo único governador está preso no Distrito Federal.

Se Dilma Roussef não tem a experiência de Serra como governante, muito menos tinha Luís Ignácio Lula da Silva que apenas havia dirigido um sindicato, em relação ao Fernando Henrique Cardoso que fora um Ministro da Economia.

E, por falar em economia, já que o entendimento de economia é necessário para evitar tragédias como a que se abateu sobre Blumenau no ano retrasado, sobre o estado de São Paulo este ano e o Rio de Janeiro agora, interessante seria analisar alguns outros resultados referentes a principal causa de tais tragédias, que é a relação da pobreza com a ocupação de áreas de riscos dos centros urbanos.

Aí estão os dados comparativos para serem analisados, lembrando-se que, segundo o Presidente Lula, a atuação da Ministra Dilma foi fundamental em todos os resultados obtidos nos dois mandatos de seu governo:

- Empréstimos para habitação em 8 anos de governo PSDB = R$ 1,7 bilhões. 4 anos do primeiro mandato do governo Lula = R$ 4,5 bilhões.

- Áreas ambientais preservadas (fator diretamente relacionado às catástrofes climáticas, ainda que sofra influências do contexto mundial)De 1500 à 2002 = 40 milhões de hectaresDe 2003 a 2006 = incremento de 19,6 milhões de hectares.

Evidente que a diminuição da pobreza é a primeira providência para evitar construções de moradias em áreas de risco. Nesse sentido os números são:

- Ganho real do salário mínimo em 8 anos de governo PSDB = 20,6% Em 4 anos do primeiro mandato do governo Lula = 25,3%

- Valor do salário mínimo em dólares: alcançou em 8 anos de governo PSDB o valor de U$ 55 Alcançou em 4 anos do primeiro mandato do governo Lula o valor de U$ 152

- Poder de compra do salário mínimo em cesta básica: governo PSDB = 1,3 cesta Primeiro mandato do governo Lula = 2,2 cestas

- Aumento do custo da cesta básica: no decorrer do governo PSDB = 81,6% No decorrer dos 4 anos do primeiro mandato do governo Lula = 15,6%

- Índice de desigualdade social: ao final dos 8 anos de governo PSDB = 0,573 Ao final dos 4 anos do primeiro mandato do governo Lula = 0,559

- Participação dos mais pobres na renda nacional: ao final dos 8 anos de governo PSDB = 14,4% Ao final dos 4 anos do primeiro mandato do governo Lula = 15,2%

- Porcentagem de pobres entre a população brasileira: no final dos 8 anos de governo PSDB = 34,34% Ao final dos 4 anos do primeiro mandato do governo Lula = 33,37%

- Porcentagem de miseráveis entra a população brasileira: no final dos 8 anos de governo PSDB = 26,3% Ao final dos 4 anos do primeiro mandato do governo Lula = 25,8%

- Transferência de renda: nos 8 anos de governo PSDB = R$ 2,3 bilhões Nos 4 anos do primeiro mandato do governo Lula = R$ 7,1 bilhões

- Queda no índice da desigualdade social no final do 8 anos de governo PSDB = 0,559 Ao final dos 4 anos do primeiro mandato do governo Lula = 0,573

São números. São dados aferidos por fontes diversas que poderei informar aos interessados e espero que não falte inteligência a ninguém para concluir o evidente, ainda que mantenha seus preconceitos regionalistas ou sociais.



Por: Raul Longo
Pouso da Poesia "um encanto da Ilha da Magia"
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(048) 3206 - 0047
88.051-001 - Florianópolis/SC

1 de abr de 2010

Manifestações continuam

Manifestações contra o Plano Diretor Participativo continuam mesmo que a Prefeitura tenha adiado a entrega do anteprojeto à Câmara de Vereadores, marcado para o dia 30.03.

Próximo evento acontece no dia 07.04 (quarta-feira), onde haverá a sessão da Câmara Itinerante, no Centro Comunitário do Rio Tavares, às 19h, a inscriçao para participar da sessão deve ser feita até o dia 05 (segunda-feira), através do telefone (48) 3027-5710 ou pelo email: cerimonial@gmail.com.


Imagens da manifestação em frente a Catedral, dia 30.03
Fonte: http://picasaweb.google.com.br/116866839515478287404/ManifestacaoCatedralDia30marco







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